Entrevista com o agente ambiental Cleiton Blahun

O paranaense Cleiton Blahun mora em Goiás há um ano e já se declara apaixonado pelo Cerrado. Agente ambiental da Ecodata, contrata pela Corumbá Concessões S.A para desenvolver o PBA de Educação Ambiental no município de Abadiânia/GO, Cleiton foi um dos seis participantes da Conferência Municipal que foram selecionados para atuar como delegados na Conferência Estadual de Meio Ambiente.

O Ecodata Informa conversou com Cleinton. Confira a entrevista.

Ecodata Informa: No dia 27 de janeiro você participou da Conferência Municipal de Meio Ambiente realizada em Abadiânia. Quais foram as principais questões levantadas neste encontro?

Cleiton Blahun: Os temas abordados nesta Conferência foram basicamente cinco: agroextrativismo, políticas de resíduos sólidos, unidades de conservação e ICMS ecológico, pagamentos de serviços ambientais e comitê de bacias hidrográficas. O assunto mais debatido foi a questão dos resíduos sólidos, quando tratamos da proposta para coleta de lixo e entulho nos arredores do Lago Corumbá IV.

EI: Você foi convidado para participar da Conferência Regional de Luziânia. Como isso aconteceu?

CB: Foi durante a Conferência em Abadiânia. Me candidatei a delegado e, após a votação, fui um dos seis selecionados para participar e representar o município na Conferência Estadual de Meio Ambiente. A partir deste momento assumi uma enorme responsabilidade com Abadiânia e seus moradores: contribuir para trazer benefícios ambientais e melhorias na qualidade de vida das pessoas.

EI: Como a Ecodata participou das Conferências?

CB: Agroextrativismo é um tema que a Ecodata defende, por isso esteve diretamente envolvida com este grupo. Participaram das Conferências os agentes Simone Reis, Thais Souza e eu, o coordenador de campo, José Akashi, e o Presidente do Conselho da Ecodata, Donizete Tokarski.

EI: Como você pretende contribuir para as atividades da Conferência e como vê a importância deste encontro?

CB: A Ecodata tem me ensinado que não basta saber tudo sobre o Cerrado, que primeiro temos que ser um amante dele. E esta é uma boa oportunidade para que possamos defender e argumentar as propostas que resultaram da Conferência em Abadiânia.
Para mim, a parte mais importante é o trabalho conjunto entre ONGs, poder público, sociedade civil organizada e setor empresarial. Todos trabalhando pelo bem comum, expondo problemas e elaborando propostas para soluções e melhorias para os municípios, regiões e Estado.

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